30 de dezembro de 2012

O BLOG PROCURA A DONA E A DONA PROCURA O BLOG


E lá vem de novo!
Ela com aquela velha estória de cadê o blog!
Mas a estória agora é dupla: a dona procura o blog e o blog procura a dona.
Sei dizer que foi um bate boca danado que de longe se ouvia prato, panela e tampa voando pelos ares e ninguém sabia dizer ou explicar o que estava acontecendo.
- Blog fuleiro não! Blog da hora, blog supimpa!
Esse era o tema do debate: o blog procurando a dona e a dona procurando o blog.
Por fim se encontraram e juntos ficaram procurando as postagens na internet!
- Espera ai!
Tem alguma coisa errada por aqui, estava bem aqui quase na primeira página e agora sumiu! E nem na 100ª página encontramos mais as postagens!
Viu o que você fez? Disse o blog colocando o dedo na cara da dona!

Cochilou? O cachimbo cai!

Mas ainda restava uma esperança!
As redes!
E procura daqui e procura dacolá, encontramos um baú, mas não era o baú da chica, encontramos um lobisomem, mas não era o lobisomem que saiu nas carreiras com medo da muriçoca, encontramos um monte de chicas, mas nenhuma tinha o sobrenome de chata, encontramos um montão de almas correndo com medo dos gritos das moças véias e nenhuma soube nos dar noticia, viramos noite adentro nesta busca danada e nada!
Por fim, já exaustos concluí:
Deram um pontapé daqueles no senhor! (no blog)
Esta é que é a verdade e lhe mandaram plantar batata! 
E um com o dedo na cara do outro porque na realidade eu bem que não queria falar, mas falo: ou melhor, escrevo:
O pontapé foi tão grande que o senhor veio parar na minha cozinha que foi prato panela e tampa pra tudo que é lado.
E não adianta ficar nervoso! O mundo estava para se acabar e o senhor ia ficar fazendo o quê aqui!
Sem um olho sequer pra lhe ler!
Então sossegue! Porque já que ainda estamos por aqui, vamos começar tudo de novo!

UM ANO QUE VAI E OUTRO QUE VEM


Quer queira ou não é assim!
Penso que não adianta querer mudar todas as nossas atitudes no dia 31 de dezembro para depois cometer os mesmos erros!
Penso que adquirimos no decorrer do tempo a bagagem que direcionará a nossa vida e vamos colher exatamente o que plantamos a cada segundo.
As escolhas serão de nossa inteira responsabilidade, sucesso ou fracasso será a colheita obrigatória, e assim a vida segue.
Porem a maior sabedoria do ser está em exercitar dia após dia a fé e a esperança.
Sim, porque esses atributos nós desenvolvemos no decorrer das nossas vidas, através do aprendizado constante, no ano após ano!
O que seria do nosso viver se bem lá no fundo da alma não tivéssemos a fé e a esperança? Num mundo tão contraditório no qual vivemos, onde a violência e o desamor parecem que impera nos corações?
Isto é tudo o que nos resta?
Certamente que não.
A fé que canta bem lá no fundo da alma diz que o amor, a alegria, a fraternidade, a solidariedade, amizade não são histórias de livros e filmes não, elas estão também por ai, nos corações e nas atitudes de milhares e milhares de pessoas.
E a esperança? Também, caminha lado a lado com a fé, nos corações.
E neste mundo, tão controverso, nos reunimos em pensamentos, ou em ondas magnéticas, ou em vibrações, não importa o nome, porque o que conta é a ação!
Eu aqui, você ai, outro e outros, não importa onde, unidos em uma só corrente na esperança e na fé de um ano de paz.
E os anjos, porque acreditamos, dizendo amém, ou que assim seja, a todas as nossas aspirações.
Que saibamos fazer as escolhas certas e que aprendamos a plantar um pouco de amizade no coração daqueles que ainda não conhecem o valor da solidariedade.

Feliz Ano Novo! Com fé e esperança no coração.
Maria de Lourdes

28 de dezembro de 2012

GRIPE OU ALERGIA

Pois é!
Nesses tempos de calor, mais quente que no nordeste, poluição e baixa umidade do ar peguei uma gripe. 
Nessas alturas, já nem sei se é gripe ou alergia. 
Ou alergia ou gripe sei dizer que está pra lá de mês que estou nesse chove e não molha: gripe ou alergia ou alergia ou gripe. 
Um médico diz que é gripe e outro diz que é alergia e quem padece sou eu com medo de morrer. 
E por falar em medo de morrer, somente hoje descubro que tenho síndrome do pânico. 
Pois é bem interessante esta história, levei uma vida inteirinha para descobrir por mim mesma que tenho este problema ai: Síndrome do Pânico. 
E o meu é o pior que existe, medo de morrer. Meu cunhado que de tudo faz uma graça me diz:
- vem cá:
tu tem medo de morrer por quê?
Tu é melhor do que os outros?
Se todo mundo morre, tu quer ficar aqui pra que?
Pois não é que ele tem razão e eu não sabia?
E esta história de medo de morrer aconteceu justamente quando eu era criança e o povo inventou que o mundo ia se acabar.
Que o mundo ia ficar sete dias e sete noites no escuro e depois o sol derreteria a terra. Nesta época fiquei no maior desespero, acredito que esta estória mexeu com a cachola, ou com o juízo, ou com o emocional de uma pessoa que conheço: EU. 
Aliás, pensava que conhecia, porque depois de uma vida inteira descubro que sofro de síndrome do pânico. 
Mas, não é muito é só um pouco! 
Mas, pense numa pessoa que tem medo de passar mal! 
E com essa gripe que não sei se é alergia, resolvi comprar um remédio que a minha mãe usava muito quando éramos criança. 
Só não vou dizer o nome. Mas só eu mesma sei do malabarismo que precisei executar para abrir a tal latinha. 
Naquele tempo a bichinha era ruim de abrir e hoje pude ver com esses olhos que um dia a terra há de comer, que a danadinha da latinha ficou pior! 
Sem brincadeira, vira prá lá vira pra cá, aperta daqui aperta dacolá, vira pra cima vira pra baixo, tenta com um pedaço de pano, e a danadinha não abre pra eu sarar de vez da minha gripe, que não sei se é alergia. 
Uma coisa eu digo: duvido que naquela latinha entre bactéria, ar, água, micróbio, vírus, pensamento, ou seja, lá o que for. 
E depois que tentei de tudo quanto é jeito e isto em plena madrugada, tive que acordar todo mundo pra abrir a danada da latinha. 
Por fim meu marido conseguiu, depois de quebrar a unha. E tem uma coisa, depois que fechar, vai ser pior, porque a danadinha começa a escorregar entre os dedos, daí quero ver tudo de novo! 
Mas é um santo remédio que passado de avô pra pai, e de pai pra filho e de filho pra neto e de neto pra bisneto, vai curando as gripes de muita gente e se brincar até as alergias também. 
Pelo menos a minha está quase curada e dou viva a latinha que guarda tão bem guardado o remédio para tantas gripes, seja alérgica ou não.

Foi nuns tempos lá pra traz Que olhamos para a lua Com olhar de quem morreu Você dizia ó lua linda Eu respondia, ela é somente sua Era...